Fernando Pessoa
Manuel da Fonseca
José Gomes Ferreira
Alexandre O'Neill
Camilo Pessanha
José de Almada Negreiros
Eugénio de Andrade
Florbela Espanca
Drummond de Andrade
António Botto
Rui de Noronha
Cesário Verde
Antero de Quental
António Aleixo
Miguel Torga
Manuel Alegre
Sebastião da Gama
António Gedeão
Teresa Rita Lopes
Sofia de Mello-Breyner
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Jorge de Sena
Joaquim Namorado
Vitorino Nemésio
Egito Gonçalves
José Régio
Reinaldo Ferreira
Rui Knoply
Mário de Sá-Carneiro

 
ANTÓNIO GEDEÃO (1906 – 1997)

Pseudónimo de Rómulo  de Carvalho (Lisboa, 1906 – 1997). Licenciado em Ciências Físico – Químicas, foi professor do Ensino Secundário, tendo, durante muitos anos, desempenhado funções de metodólogo na área da sua especialidade. Sócio da Academia das Ciências de Lisboa, é doutor honoris causa pela Universidade de Évora (1995).
António Gedeão estreou – se poéticamente, com Movimento Perpétuo, em 1956, quando já era autor de diversos trabalhos didácticos e de divulgação científica, subscritos com o seu nome civil. Coetâneo dos poetas da Presença, a sua revelação tardia como poeta aos 50 anos, num período em que já se encontram sedimentadas as grandes conquistas do modernismo, permite observar o percurso feito por esse mesmo modernismo em algumas das suas linhas de força fundamentais, uma vez que surgia, como Jorge de Sena logo observou em 1958, na 3ª série das Líricas Portuguesas, como lídimo continuador de toda a herança modernista.

In: Biblos - Enciclopédia Verbo das Literaturas da Língua Portuguesa – 1995